segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O Facebook pode te arranjar um emprego!

Infográfico mostra a participação das redes sociais na hora de buscar vagas e efetuar contratações



Reprodução
Empregos
Num mercado cada vez mais competitivo, as empresas têm se utilizado de um recurso bastante atual na hora de contratar funcionários: as redes sociais, que alcançaram até o ambiente profissional, e podem ser decisivas para preencher uma vaga.

Um infográfico postado no Mashable pode comprovar o poder desses sites. As informações dão conta que cerca de 18,4 milhões de americanos conseguiram seus respectivos trabalhos atuais através do Facebook, ganhando até mesmo do Twitter, com 8 milhões, e do LinkedIn, com 10,2 milhões.

Se você ainda tinha dúvidas da grandeza dessas plataformas sociais, que tal quebrar um pouco a rotina e enfrentar a rede? Veja algumas dicas!

Como os usuários têm encontrado vagas?

Nove em cada 10 profissionais possuem perfis em redes sociais, e 54% utilizam o Facebook, Twitter ou LinkedIn para encontrar oportunidades, e um em cada seis usuários utilizam esses sites para serem contratados.

Além disso, 36% das pessoas encontraram seu trabalho atual através de indicações, 30% pelos jornais, 30% em anúncios na internet, 21% por sites de emprego na web, 20% por processos internos, 14% em planos de carreira e 13% por agências de recrutamento. As redes sociais tiveram uma participação de 16% na pesquisa, com um aumento de 11% em relação a 2010.

Crescimento das redes sociais para procurar empregos

O uso de cada plataforma social na hora de procurar oportunidades também é grande: 50% usam o Facebook, 25% o Twitter e 26% o LinkedIn. Os homens utilizam mais o LinkedIn (69%), enquanto as mulheres preferem o Facebook (44%).

Já 16% dos recrutadores buscam referências de seus candidatos através de seus perfis no Facebook, contra 9% e 6% do LinkedIn e Twitter, respectivamente.

Quem acessa seus perfis com frequência tem mais chance de ser contratado

Pelo menos 32% dos que acessam esses sites com frequência tem mais chances de conseguir um emprego, contra 20% entre os que não utilizam tanto. Esse número aumenta ainda mais no LinkedIn: 48%, enquanto no Facebook chega a 45% e no Twitter, 32%.

Quatro de dez pessoas que procuram vagas acessam assiduamente suas respectivas redes sociais. O grau de participação também é alto: 84% estão no Facebook, 39% no Twitter e 35% no LinkedIn.

Algumas dicas

O infrográfico ainda faz algumas sugestões de como tornar sua participação nas plataformas sociais mais interessante para os recrutadores. No caso do Facebook, por mais estranho que pareça, a dica dos responsáveis pela análise é que você evite postar notas ou atualizações que façam referências aos seus amigos. Eles sugerem que você use o site para descrever seus interesses de carreira.

Já no Twitter, siga os perfis de companhias que você gostaria de trabalhar, como também o de empresários. E no LinkedIn, utilize a mesma foto que você usa em vários sites no qual está inscrito, para evitar que seja confundido e ajude os recrutadores a lembrar do seu rosto.

É claro que muitas vagas podem exigir alguns requisitos técnicos e específicos dos candidatos, além do esforço físico e mental, dependendo da área profissional. Mas até que ponto vale a pena chegar aos próprios limites para se conseguir um emprego? É válido deixar de ser quem você é para construir uma imagem, só para chegar a um objetivo - neste caso, arranjar trabalho -, mesmo que a empresa não tenha nada a ver com você? Você deixaria seus amigos de lado no Facebook, por exemplo?

Fonte: Olhar digital



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